quinta-feira, 28 de outubro de 2004

Tão amigos que nós éramos...

Safa!, como diria Cavaco Silva. Com amigos destes podem dispensar-se os inimigos. Acho que se escarafuncharmos um pouco mais no passado do Paes do Amaral ainda vamos descobrir que ele afastou a mãe de casa porque lhe estava a prejudicar o negócio de venda de limonadas. Mas pelo menos não é desprovido de humor: conseguiu dizer sem se rir que a PT era uma companhia privada onde o estado não manda nada! Pois é, o canalzito no cabo só aparece no sapatinho se o menino for bem comportado. Percebeu? Nós, governo, estado, não mandamos nada na PT, mas eu se fosse a si tomava precauções.
Estes aprendizes de feiticeiro deviam saber que ombrear com Marcelo não é para quem quer, é para quem pode. E, neste campo, são poucos... Ele sai como vencedor, o Paes como mentiroso e o Gomes da Silva infelizmente não sai. É como aquelas nódoas chatas: incomodam e não desaparecem.
Quanto ao Santana, repararam como ele esteve caladinho? Pressões, eu? Não! Quando isso aconteceu eu até estava a passar pelas brasas. E sou muito amigo do Marcelo!
Sem se rir...

tuguinho, cínico encartado