sábado, 18 de setembro de 2004

...não há duas sem três!

E mais digo: que ousadia é essa da justiça, aliada à chamada opinião pública e às ideias igualitárias, que tenta condenar esse acto tão tradicional e saudável de aviar valentes cargas de porrada nas mulheres e nos filhos? Já não se pode ser homem? Em que mundo vivemos?
Que complot é este que nos quer roubar um dos actos mais afirmativos de virilidade e uma tradição de séculos, senão de milénios? Como se tenta acabar com tão natural acto, praticado tanto pela população rural (nos intervalos da caça à raposa) como pela população urbana (quando não vão às putas)? Haverá algo mais definidor da civilização humana?
Estou triste com esta situação. Estou desolado e deprimido. Sinto-me fraco, deslocado. Aliás, que saudades sinto da minha cavernita, tão fresquinha no verão...

tuguinho, cínico macho, muito macho (e tradicionalista)

P.S. - já agora, o tipo que inventou esta do "não há duas sem três" era um bocado optimista, não era?