segunda-feira, 19 de setembro de 2005

Os impropérios dos candidatos

Não segui em directo o debate televisivo Carmona-Carrilho, mas os comentários que li depois despertaram-me a curiosidade. Consegui saber quando iria ser repetido e este domingo tive oportunidade, em duas prestações (tarde e noite) de ver o dito debate.
De facto, o nível da discussão foi assim para o baixo. Esperava uma maior elevação daqueles candidatos porque, enfim, não se tratava do candidato de Gondomar (major Valentim), nem do de Amarante (Ferreira Torres) e muito menos da candidata fantasma de Felgueiras (Fátima). Mas perante aquilo que viram, os lisboetas devem estar com um grande problema de escolha. É que nenhum daqueles dois parece merecer um voto.
Sendo assim, e como já há por aí uns cartazes a dizer que o arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles (um dos poucos que parece ter ideias aceitáveis para a cidade) apoia José Sá Fernandes, eu por mim acho que a melhor escolha é mesmo capaz de ser o candidato do Bloco. O problema em Portugal é que o pessoal não é capaz de eleger quem está desalinhado com o sistema de poder dos irmãos siameses (PS-PSD). Sendo assim, lá iremos gramar com um dos protagonistas dum dos maiores momentos de peixeirada televisiva dos últimos tempos.

Kroniketas, sempre kontra as tretas