sexta-feira, 21 de julho de 2006

A cavalgadura da Madeira

...voltou a zurrar e dar uns coices contra os “cubanos” do continente. Agora o imbecil atirou-se ao primeiro-ministro e disse que não tem medo dele, por causa do parecer do governo de que não deve haver subsídios aos clubes da Madeira para não criar distorções na competição. Parece-me esta uma questão de mero bom-senso e pacífica. Mas quando do outro lado está um jumento, só se pode esperar um par de coices.
O anormal ainda teve o desplante de dizer que não tem que dar explicações ao governo a não ser ao regional, aquele onde ele é dono e senhor e impõe o seu caciquismo.
Perante estes cada vez mais insolentes tiques de ditadorzeco de trazer por casa, já era mais que altura de alguém o pôr na ordem e correr com ele. Afinal, o que é que é preciso mais para o exonerar do cargo? Ah, pois é, há os votos dos madeirenses. Mas um certo Hitler também teve os votos dos alemães e por ninguém lhe ter posto travão chegou onde chegou. Mas a História também nos ensina que esse e outros, como Mussolini e Ceausescu, chegaram onde chegaram mas também acabaram como acabaram. Mas isso é coisa que se calhar o cacique da Madeira não conhece…

Kroniketas, sempre kontra as tretas