domingo, 15 de janeiro de 2006

O esfíncter



O grande Kroniketas laborou em erro quando escreveu os dois postes de ápodo A esfinge, não pelo que descreveu – é verdade que o Cavaco não disse nada de jeito e nem sequer comeu bolo-rei de boca aberta -, mas por ter denominado este comportamento de esfíngico!
A única razão pela qual a esfinge que está lá pelos algarves egípcios não fala é por ser de pedra, porque ideias ela até tem! Assim, chamar esfinge ao Cavaco é ofender a Esfinge, que lá por ser de pedra também tem sentimentos.
Ora, o que Cavaco realmente é, é um esfíncter! E como tal, não se pode alargar, não se pode abrir, sob pena de nos inundar de… vocês sabem do que é que eu estou a falar…
Seria muito desagradável ficarmos encharcados daquilo que vocês sabem. É por isso que ele não fala.
Mas neste momento já ouço vozes que se levantam e tentam esclarecer a dúvida: é esfíncter anal ou uretral? Bem, basta pensar um bocadinho – quando muitos políticos abrem a boca, o que é que geralmente sai de lá? Esclarecidos? Então, boa noite.

tuguinho, cínico esfincteriano