domingo, 31 de dezembro de 2006

Mais um virar de página...




As Krónikas Tugas desejam a todos os seus clientes, fornecedores e amigos umas boas entradas no ano (sai daqui, gralha!) de 2007, entradas essas onde mais vos aprouver e se sentirem felizes (entrada num apartamento, entrada numa discoteca, entrada por saída, entrada triunfante, entrada a medo, entrada pelas traseiras, entrada pífia, entrada em cena, entrada quente, entrada a toda a brida, entrada solene, entrada...).

tuguinho e Kroniketas, os diletantes preguiçosos, mai-la cambada toda

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Constatação

Depois de ver o teledisco “Sunrise” dos Simply Red percebe-se facilmente porque é que as mulheres são a melhor coisa do mundo :P

Valter Rego, observador desassombrado

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

A boa acção do dia

Um dia destes pratiquei a minha boa acção, a justificar o espírito natalício.
Estava a comer um hamburger no McDonald’s do Colombo quando duas jovens com ar de liceais (uma pretinha e uma lourinha) se dirigiram a mim e a pretinha perguntou-me: “pode-me arranjar um euro para ir ao Mac?”. Embrenhado como estava no ketchup e nas batatas fritas, limitei-me a abanar a cabeça numa reacção automática de negação. Ela limitou-se a dizer “obrigado” e vi-as afastarem-se para outra zona.
Mas 30 segundos depois caí em mim e percebi que não tinha tido espírito de Natal. Pior, que tinha ido fazer compras, já tinha ido à Fnac gastar dinheiro em bilhetes para espectáculos e ainda ia comprar prendas, que estava a comer furiosamente e não tinha um simples euro para ajudar a matar a fome a duas miúdas que provavelmente não têm quem lhes dê dinheiro para comerem à vontade. Ainda as vi passar novamente para um lado e para outro, com ar de quem anda à procura de alguma coisa, e tentei acabar rapidamente o meu hamburger e o meu gelado para ir procurá-las.
Dei a volta ao local e encontrei-as em frente ao balcão, a olhar para os menus, mas de longe. Reconheci a pretinha que me tinha interpelado e perguntei-lhe “Foi você que me pediu um euro?”. Ela respondeu “sim, estamos aqui a contar as moedas mas não temos dinheiro que chegue”. Ao que retorqui “então vocês querem comer e não têm dinheiro? Então peçam o que quiserem que eu pago-vos”. Parecia que lhes tinha saído a sorte grande, tal o ar de felicidade que fizeram. Ainda as vi cochichar qualquer coisa, como quem não acredita no que está a acontecer. A pretinha ainda me quis dar as moedas que tinha na mão, mas eu disse-lhe “guarde isso que faz-lhe mais falta do que a mim”.
Elas pediram o hamburger que quiseram, uma bebida e um gelado. Custou-me 10,35 €. Disse-lhes para comerem bem e desejei-lhes bom Natal. Afastei-me com a consciência mais tranquila do que se lhes tivesse negado um euro e deixado ficar com fome. A seguir fui para o Continente comprar champanhe e brinquedos e paguei 10 vezes mais. E pensei para comigo: “que bom que era que tivéssemos um pouco de espírito de Natal mais vezes e não apenas nesta quadra. E que imoral é andarmos num consumismo desenfreado enquanto há pessoas que não têm moedas que cheguem para comprar um hamburger”.
Afinal, se o Natal é quando um homem quiser, porque é que não ajudamos mais vezes aqueles que precisam? Não é bom ajudarmos alguém a ficar um pouco mais feliz, mesmo que seja só com um euro, em vez de nos fecharmos no nosso próprio egoísmo?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

Um blog em defesa da língua

Uma amiga professora criou recentemente um blog onde, segundo a própria, pretende-se defender a língua portuguesa. Como nós aqui somos acérrimos defensores do bem escrever e bem falar (ou não fosse esse o nosso lema), recomenda-se vivamente aos interessados (e aos outros também) a leitura do blog OlindaGil - Diário de uma professora.

Kroniketas

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

A Rapariga do Copo de Água




Pierre-August Renoir - "Le déjeuner des canotiers" (obra completa e pormenor)

Por vezes caem-nos pérolas no regaço. Estamos tão formatados na matriz anglo-saxónica que nos esquecemos que existe mais mundo. E, depois, é a surpresa que se abate sobre nós.
Nos últimos anos tenho apanhado algumas dessas pérolas extra-“mundo que nos enfiam sempre pelos olhos dentro”: uma delas chamava-se “Cinema Paraíso”. Só nessas alturas nos lembramos que há mesmo muito mais para além de tiros e perseguições.
Há algumas semanas levei com outra: “Rapariga com Brinco de Pérola”.
Hoje vi pela primeira vez uma outra: “O Fabuloso Destino de Amélie”.
Tal como quem só tivesse visto “reality shows” durante toda a vida pensaria que esses seriam os melhores programas de televisão, também quem só vê filmes americanos ou que sigam a sua matriz irá pensar que são os melhores do mundo. E alguns até são, mas não são todos!
É bom descobrir outras formas de fazer as coisas e ver outros caminhos para contar uma história.
Moral da história: não temos de ser iguais aos outros. Devemos ser mais vezes como a rapariga do copo de água: estar lá, mas estar para além de…

tuguinho, cínico filmado

P.S.: nos canais generalistas a escolha era entre Scoobi-do 2, O Dia depois de Amanhã, O Homem-Aranha e A Máscara (pela enésima vez...) - só tenho um comentário: no comments!

domingo, 24 de dezembro de 2006

É Natal, é Natal...



Em vez de estarmos aqui a escrever algumas banalidades sobre o Natal e assim, resolvemos pedir uma coisita à Esfinge e avançarmos pela poesia (mas dentro dos limites de velocidade!)

tuguinho, cínico natalício

Redenção

Há lugares
Que me fazem renascer.
Mais do que existir, ser,
e me redimem de tudo
o que fiz de mal ou bem.
Há pessoas
Que me tornam brilhante.
Mais do que amar, resplandecer,
e me sonham tão alto
e me tornam tão deus
que me redimem por todos.
Não é o mundo os lugares
e a santidade dos outros,
quem amamos ou odiamos,
os miradouros da vida e as vielas
em que nos movemos com cuidado?
A matéria é só suporte débil
das emoções que nos suportam,
da visão dos visionários
da paisagem que não vemos.
Há pessoas
Há lugares
e pessoas em lugares
em que nos vamos
que amamos sem rédea ou concessão
e nos concedem sempre a nossa mísera
Redenção!
Já tentámos tanta guerra, tanto sangue,
abandonámo-nos à fome e à morte,
porque não tentar gostar, tentar amar
para alcançar nem céu nem paraísos
mas tão só viver eternamente
com tanto amor, com tanta gente.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Bons escritos

Você sabia que já Á Natal À muito tempo?

(Obrigado a todos aqueles que contribuem com estas pérolas da língua portuguesa para a consolidação da iliteracia em Portugal...)

Demérito Matos, sábio com eles

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

O país dos jeitosos


Um livro interessante, com textos de José Pedro Gomes sobre o que é ser “tuga”. A maioria dos textos é retirada do espectáculo escrito interpretado pelo próprio, “Coçar onde é preciso”, sendo que alguns deles já vinham da rubrica “Cromos TSF”, que José Pedro Gomes interpreta às 4ªs feiras.
Aqui estão realmente denunciados alguns dos piores predicados do verdadeiro portuga, desde os mirones nos acidentes rodiviários aos funcionários incompetentes das repartições, passando por aspectos mais comezinhos e incompreensíveis como o constante desalinhamento dessa coisa tão simples como as tampas de esgoto, que quando são retiradas nunca mais ficam na posição inicial de modo a que o risco que têm pintado fique coincidente com o resto.
Este é mesmo aquilo que se pode verdadeiramente chamar um livro de crónicas tugas.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

domingo, 17 de dezembro de 2006

Silogismos absurdos II


Durante a segunda parte do Benfica-V. Setúbal:

O Simão está em todo o lado. Deus está em todo o lado. Logo, o Simão é Deus. Mas se Stevie Wonder é Deus, o Simão é Stevie Wonder. Bolas, o Simão é cego!

Se eu sou Stevie Wonder, eu sou Simão Sabrosa!

Rogério Profundo, cidadão do mundo

Silogismos absurdos...


Deus é amor. O amor é cego. Stevie Wonder é cego. Logo, Stevie Wonder é Deus.

Disseram-me que eu sou ninguém. Ninguém é perfeito. Logo, eu sou perfeito. Mas só Deus é perfeito. Logo, eu sou Deus. Mas se Stevie Wonder é Deus, eu sou Stevie Wonder. Meu Deus, sou cego!

Rogério Profundo, cidadão do mundo

Os mistérios da humanidade

Diálogo nas Krónikas Tugas durante a segunda parte do Benfica-V. Setúbal, quando o Benfica asfixiava o adversário no seu meio-campo:

- Mas porque é que eles não jogam sempre assim?
- Esse é um dos grandes mistérios da humanidade...

tuguinho e Kroniketas, os diletantes preguiçosos

sábado, 16 de dezembro de 2006

O aviltamento da língua portuguesa (VI)


Esta só vista. Na nova colecção de DVD’s dos filmes de 007, recentemente reeditada na totalidade, surgiu esta pérola na capa de um deles: “Ao serviço de Sua Magestade”. Leram bem MAGESTADE com G. A burrice é tal que nem sequer souberam olhar para o original, podia ser que “Majesty” lhes desse alguma ideia de como é que a palavra se escreve. E pelos vistos também não conhecem os correctores ortográficos.
Se ver erros de palmatória nas legendas já era mau, é bem pior quando eles passam para o próprio título do filme. Onde é que isto irá parar? E já agora: quem é que deixa estas coisas virem cá para fora assim?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Uma aberração chamada TLEBS

Por causa da pesquisa das “prendas” e dos “presentes”, fiz uma pergunta ao Ciberdúvidas e entretive-me por lá a ver outras coisas. De repente dei por mim numa página com dezenas de artigos acerca duma nova terminologia linguística que se pretende implantar no ensino básico e secundário. Já tinha ouvido e lido uns comentários soltos acerca disto, mas ainda não lhe tinha dado muita atenção.
Só posso dizer, perante as primeiras informações que recolhi, que esta tal TLEBS (Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário) é apenas uma aberração saída das cabeças duns génios que certamente gostam de se adorar a si próprios mas que não têm qualquer noção do que deve ser o ensino do já tão maltratado português. Eles certamente julgam-se génios; para mim não passam de lunáticos convencidos da sua omnisciência.
Só para dar uma ideia do que por lá li, sugiro este artigo e este outro, com opiniões acerca da dita TLEBS. Mas há lá muitos mais, alguns com explicações sobre as supostas vantagens do TLEBS.
Pobres crianças!

Kroniketas, sempre kontra as tretas

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Prendas não, presentes sim?

Não consigo deixar de me surpreender com certas coisas que vou ouvindo por aí, e na rádio também. Na 3ª feira de manhã, ao ouvir o animador de serviço na Rádio Comercial (creio que era o Diogo Beja), ouvi referir qualquer coisa acerca de prendas de Natal, que logo foi corrigida com esta frase, perante a minha estupefacção:

“não, não se diz prendas; presentes.”

Daí em diante só se falou em presentes. A minha dúvida é só uma: qual é a regra linguística que determina que não se diz prendas? Ou foi o locutor que inventou essa? Ou será uma daquelas parvoíces, tão em voga na sociedade portuguesa, que alguns supostamente bem postos e muito socialmente correctos, tipo Paula Bobone, de vez em quando resolvem lançar como moda para toda a gente ir atrás, como um rebanho, sem sequer saber porque o fazem?

É que, consultando o dicionário online da Priberam, “prenda” significa:

- objecto com que se brinda alguém;
- presente;
- dádiva;
- predicado;
- aptidão;
- habilidade

No Ciberdúvidas da língua portuguesa nem sequer existe qualquer referência a uma distinção entre “prendas” e “presentes”.

Importam-se de explicar, ou simplesmente não há explicação possível?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

O aviltamento da língua portuguesa (V)


Ao entrarmos no 4º ano de vida, continuamos na nossa cruzada pela reabilitação da língua portuguesa. De facto, são tantos e de tal monta os atentados cometidos que nesta altura já não basta preservar a língua, é necessário reabilitá-la.
Tenho andado a recolher algumas pérolas que atentam contra a língua portuguesa, e que não era habitual ver-se por aí. O novo fenómeno é o das legendas dos filmes. Durante mais de 30 anos, desde miúdo, vi cinema com legendas e nunca me passou pela cabeça que houvesse erros nas legendas. Mas agora, com o fenómeno do DVD, é um manancial de disparates. Não sei que qualificações têm os autores das traduções e legendagens nos filmes e nas séries, mas... especialistas em língua portuguesa não devem ser.
No mais recente filme do 007, já perto do final aparece esta: “quando arranjar-mos (arranjarmos) outro trabalho”. Na série “O sexo e a cidade”, da SIC Mulher, a ama foi pôr o bebé a dormir a “cesta” (sesta)! Também na SIC Mulher, uma juíza dizia qualquer coisa apresentada como “interveniu” (interveio)...
Gostava de saber o que é que esta gente andou a fazer na escola. Para compor o ramalhete, este fim-de-semana desloquei-me ao Museu da Electricidade para ver a exposição “Star Wars” e num dos muitos cartazes acerca do filme, em que são feitas explicações sobre as técnicas de filmagem, falava-se numa cópia “carácter a carácter”. Pois algum instruído tinha riscado os acentos do “carácter”, certamente no convencimento, infelizmente comum a muita gente, de que o “carácter” é um “caracter”. Pois é: a ignorância, onde está, aparece.
Aconselhava-se que todos vissem o programa das 6ª feiras na RTP 1, “Cuidado com a língua”, onde são mostrados muitos dos atropelos que por aí se cometem sem dó nem piedade. Podia ser que aprendessem alguma coisa.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Foi há três anos


Foi há três anos que nos lançámos nesta “aventura” de fazer um blog, sem fazer ideia de onde isso nos levaria (até agora não levou a lado nenhum...), e sem fazer ideia de quanto nos iríamos envolver nele nem o trabalho que nos iria dar. Começou por ser apenas um espaço onde se pretendia desabafar, mas depois foi crescendo e pareceu ganhar vida própria, à medida que as ideias brotavam e os diversos colaboradores iam aparecendo e com isso novas rubricas se iam criando.
As Krónikas Tugas foram crescendo lentamente mas a certa altura pareceram ser demasiado pequenas para tanta gente e tantos temas. Daí surgiu a necessidade de criar um blog temático, dedicado aos vinhos e comidas, e assim nasceram as Krónikas Vinícolas, como se fosse um filho do blog principal. Ou então um irmão mais novo, a quem se dá tanta ou mais atenção do que ao mais velho. Para assinalar a efeméride, as Krónikas Vinícolas foram para o ar no dia do 2º aniversário das Krónikas Tugas, pelo que também hoje passam um aniversário, o primeiro.
Durante este tempo vimos blogs surgirem e desaparecerem, mesmo alguns que pareciam sólidos. Talvez por não termos vindo para aqui com pretensões de representar coisa nenhuma a não ser nós próprios, quase sem darmos por isso chegamos aos 3 anos com dois blogs entre mãos, e não há fim à vista. Também não há planos, apenas pretendemos manter a escrita viva enquanto nos sentirmos motivados e disponíveis para tal. E enquanto assim for, cá estaremos uma vez por ano a assinalar, não um, mas dois aniversários.

tuguinho, Kroniketas, Idálio Saroto e os outros todos

domingo, 10 de dezembro de 2006

De férias no Inverno

Os jogadores do Benfica deram (mais uma vez) 45 minutos de avanço no jogo deste fim-de-semana. Nunca mais aprendem que os jogos têm que começar a ser ganhos após o seu começo e não apenas na segunda parte. E é assim que se vão somando fracassos e desilusões.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

PS: Como é que querem que o Fonseca renda alguma coisa se passa meses sem sair do banco de suplentes? É num jogo que vai fazer tudo?

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Para indigentes


Porque será que os anúncios da TMN estão cada vez mais imbecis? É duma estupidez atroz o que aqueles tipos andam a fazer. Então na rádio, agora, está a passar um que supostamente decorre num cinema, que é de completa indigência. Cada vez que ouço aquilo dá-me vontade de deitar o telemóvel fora. Os publicitários que fazem isto mereciam ser esbofeteados em praça pública!

Kroniketas, sempre kontra as tretas

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

O verme em cima da terra


Parece que não querem deixar morrer Augusto Pinochet. Depois duma operação ao coração, ainda pensaram em fazer-lhe uma segunda.
Deviam deixá-lo ir para debaixo da terra, para junto dos da mesma espécie. Mas parece que os vermes não o querem junto a eles.
Lá como cá, os imbecis proliferam. Segundo o Portugal Diário, «Se pudesse, dava um pouco da minha vida ao general», confessou aos jornalistas uma mulher que chorava em frente ao Hospital Militar, na capital chilena. Pois então que dê, e que vá junto com ele. Ontem, a propósito dum acidente na ponte 25 de Abril, logo veio um atrasado reclamar por terem mudado o nome à ponte, pois foi o Salazar que a mandou construir!
Não há paciência para tanta estupidez.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Com tranquilidade...

...no passado fim-de-semana a águia foi ao covil do leão e deu-lhe duas bicadas.

Gabriel Alves dos Santos, tanto comenta livres como cantos

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Bola à velocidade do som

O blog Ain’t life a beach, recentemente criado por um amigo de longa data, refere-se às contas apresentadas esta semana em dois jornais desportivos de referência acerca da velocidade atingida pela bola no golo do sportinguista Ronny contra a Naval. Parece que as contas do Record dão uma velocidade de... 222 km/h! Ora parece que isto é uma impossibilidade aerodinâmica, porque a bola não pode atingir tal velocidade. Se calhar ficará pelos mais singelos 120 km/h indicados por “A Bola”.
Pergunta o autor, perante a discrepância: “porque será que eu duvido do Record?...”
Como diria o Raul Solnado: pois!

Kroniketas, sempre kontra as tretas