segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Toma... e embrulha

Um post já antigo acerca do comentador Rui Santos, com o título “Cuspir no prato em que se come”, mereceu um comentário tardio, hoje mesmo, que pode ser lido no respectivo “link”. Esse comentário (anónimo) merece da nossa parte outro comentário que, por se tornar longo, passou a justificar um post autónomo.
O leitor, identificado como “embrulha”, chama-nos “pseudo-blog” e diz que acerca do assunto não acrescentamos nada de jeito. E duques. Ele também não acrescenta nada ao que foi escrito, limitando-se a dizer mal deste pseudo-blog com um pseudo-comentário, porque de comentário não tem nada. Nem uma palavra acerca do assunto em causa, não se percebendo se concorda, ou se discorda, ou se antes pelo contrário...
Assim como não apresenta um único argumento (unzinho só, como exemplo) para justificar a pseudo-qualificação que faz deste pseudo-blog. É que nós, aqui, neste pseudo-blog, fazemos pseudo-krónikas (ou pseudo-kroniketas) apenas por desporto e porque nos apetece e não somos pagos para isso, e só cá vem quem quer. Quem não gosta é sempre livre de não voltar. E não nos levamos muito a sério e até somos capazes de nos rir de nós próprios.
Quanto ao comentador que motivou o artigo em causa, é pago para aparecer na televisão a debitar opiniões sobre tudo e todos com o ar doutoral de quem sabe mais sobre todos os assuntos do que toda a gente. Quem não percebe a diferença, como é o caso do “embrulha”, só pode ser um pseudo-leitor que confunde a obra-prima do mestre com a prima do mestre-de-obras...
Quanto ao nosso lema, “Blog de bem saber e mal dizer”, conhecem aquela frase que diz que “presunção e água benta, cada um toma a que quer”? Pois é, é outro pormenor que o nosso pseudo-leitor não percebeu: cada um também tem a sua verdade, não é? O que nós escrevemos são as nossas verdades. Nunca, em post nenhum, pretendemos que as nossas verdades fossem absolutas. Dá para perceber?
Volta sempre, pá. De preferência para acrescentar alguma coisa de útil, já que nós não somos capazes.

Kroniketas, sempre kontra as tretas