domingo, 18 de abril de 2004

O presidente bronco e o 1º ministro nazi

"Um dia depois do encontro na Casa Branca entre Bush e Sharon, a Comissão dos Direitos Humanos das Nações Unidas criticou o facto de o muro que Israel se encontra a construir separar o acesso de populações inteiras a serviços de saúde, escolas e empregos e considerou ilegal a ocupação dos territórios da Cisjordânia. O texto pedia a Israel que renunciasse à sua "política de implantação nos territórios ocupados" e o "fim da expansão dos colonatos existentes". Só o Congo e os EUA votaram contra... " (jornal Público, 16 de Abril, por Amílcar Correia)

Este pequeno excerto que aqui reproduzimos com a devida vénia sintetiza tudo aquilo que se passa no médio-oriente. Este sábado os assassinos de Israel voltaram a atacar e mataram o novo líder do Hamas com um míssil, tal como tinham feito com o anterior. George W. Bush, o presidente mais bronco da história, um ignorante texano que para mal dos nossos pecados conduz os destinos do mundo, apoia e é conivente com esta política de assassinatos selectivos por parte do nazi Ariel Sharon. Sim, o uso da palavra "nazi" pode aqui parecer descabido, mas este indivíduo está a fazer nem mais nem menos do que os nazis fizeram aos judeus. E desta vez com a agravante de ser em nome de um estado supostamente "democrático".

Enquanto isso, o presidente mais bronco da história, tal como Nero, toca lira enquanto vê Roma a arder...

Kroniketas, sempre kontra as tretas