domingo, 27 de março de 2005

Il Ritorno...

Pois é - com membros ausentes pelo Portugal profundo e outros (como o escriba) a convalescerem de lutas acesas à pedrada (no rim) e de conflitos internos (no estômago), torna-se difícil postar com regularidade.
Este post é portanto, e essencialmente, uma prova de vida.

tuguinho, cínico convalescente

terça-feira, 22 de março de 2005

Um Mundo "Fast-Fúdico"

Se há coisa que detesto receber são aquelas mensagens SMS enlatadas, pré-escritas, que mediante um pagamento se podem enviar a qualquer mamífero. É o fast-food de algo que já por si é rápido e prático. Mas como dizia, detesto-as! O pior que um amigo, familiar ou conhecido me pode fazer é enviar-me uma coisa dessas naquelas ocasiões propícias ao acto: aniversários, Natal, Ano Novo, etc. Valorizo mais um honesto "olá" proveniente do polegar próprio do remetente do que qualquer testamento pré-pago a tecer-me loas! Sempre valorizei mais o artesanato do que a linha de montagem.
Não tinha muito mais graça - para quem é do tempo - colar os cromos da bola na caderneta usando clara de ovo ou massa de rissol do que com um asséptico tubo de cola? Agora nem isso! Além de os cromos estarem fora de moda já são autocolantes...
É tudo asséptico, normalizado, igual - recordam-se dos gelados vendidos por vendedores ambulantes, com cone comestível e a massa (de morango ou chocolate) coberta apenas por um papel vegetal? Podiam nao ser muito nutritivos, mas pelo menos tinham um sabor característico - hoje em dia são todos iguais, quando muito varia o aditivo e o número de série do corante.
A produção em massa deu-nos acesso a muitas coisas antes reservadas aos muito abastados e contribuiu para equilibrar um pouco a sociedade, mas na sua voraz ânsia normalizante retirou-nos aqueles pequenos defeitos, aquelas pequenas irregularidades que tornavam cada coisa única. Esse é hoje o verdadeiro luxo: poder ter algo que pela sua singularidade mais ninguém terá.

tuguinho, cínico encartado

segunda-feira, 21 de março de 2005

Dúvida pertinente

1- Porque é que os polícias de ronda não usam coletes à prova de bala?
2- Porque é que os bandidos que são capturados pelos polícias logo são libertados pelos juízes?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

domingo, 20 de março de 2005

Foi encomenda?

Aquele rapazinho com jeito de brutamontes, de nome Bruno Moraes, que joga(?) no V. Setúbal e lesionou o Petit no 1º minuto de jogo, pertence, ao que parece, a outro clube, de nome… F. C. Porto.
Tendo em conta que este rapazinho jogou pouco mas passou o tempo a distribuir castanhada contra tudo o que vestia de vermelho, faz sentido a sua atitude: lesionou um jogador fundamental do 1º classificado e fez os possíveis por lesionar mais uns quantos e nem viu um cartão amarelo. Tudo isto cheira a encomenda. Deve ter sido instruído por alguém de fora para arrumar uns quantos “lampiões” porque seria preciso enfraquecer o adversário.
Também pareceu encomenda a arbitragem permissiva que fez vista grossa às sucessivas entradas à margem da lei por parte dos setubalenses, conseguindo a proeza de terminar o jogo sem mostrar um único cartão amarelo aos jogadores do Vitória. Desde faltas não assinaladas, um “penalty” sobre Geovanni por marcar e vários cartões amarelos que ficaram por mostrar, valeu de tudo um pouco. A expulsão de Veríssimo só foi… porque tinha mesmo que ser. Coincidência com o facto de Pinto da Costa ter falado antes do jogo? Ou coincidência com o facto de dois indivíduos terem sido vistos a sair da casa do árbitro uma noite destas?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

O que pode fazer para melhorar Portugal - 3ª Sugestão

Leve um saco de lixo ao ombro… ou meta-se lá dentro
Hoje vi um tipo sair dum parque de diversões de crianças, daqueles de nome Micolândia. Andou alguns metros, acompanhado da família, e enquanto conversava abriu um maço de tabaco, tirou o plástico de cima e deitou-o para o chão, a seguir rasgou o resto do invólucro e deitou-o para o chão, tudo isto no espaço de 5 segundos e com a maior naturalidade, como sendo um acto absolutamente normal.
Para ele é, certamente, porque é este o comportamento típico dos labregos que temos neste país de deseducados. Gestos como este são frequentes, como deitar as beatas pela janela do carro (não devem ter cinzeiros), senhoras em BMW’s ou Audi’s a deitar lenços pela janela (pois é, não é por ter dinheiro que se tem educação) e, imaginem, até descascar uma laranja, todinha, enquanto se está na fila de trânsito e ir deitando a casca, pedacinho por pedacinho, para a rua.
Assim, sugiro que quando os labregos que emporcalham as nossas ruas saírem levem um saco de lixo ao ombro para lá depositarem os despojos do seu comportamento javardo. Ou então, melhor ainda: metam-se lá dentro e atirem-se para dentro do contentor.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

sexta-feira, 18 de março de 2005

O que pode fazer para melhorar Portugal - 2ª Sugestão

Peça sempre factura
...mesmo que seja do chupa do miúdo que custou meia dúzia de cêntimos. Ou do canalizador ou do médico que têm dois preços - um com factura, o outro sem factura. Mesmo que pense que está a ganhar qualquer coisita, na verdade vai perder! Porque o dinheiro de impostos que eles não pagam é você que o vai pagar, nem que seja daqui a uns anos.
O chico-espertismo é o verdadeiro motor da economia subterrânea e a frase "deseja factura?" um dos seus expoentes máximos! Como as declarações de IRS cómicas que certos endinheirados fazem, afirmando que ganham o salário mínimo, ou as empresas que dão sempre prejuízo, coitadinhas, que até o Ferrari tem de ficar na garagem aos dias de semana e já nem se pode ir jantar fora todos os dias.
Está na mão de cada um acabar com isto! Bem, a parte dos impostos é mais difícil porque depende do estado, mas a parte do "deseja factura?" é fácil de resolver.
Basta dizer "desejo, o meu filho faz colecção", ou "eu não quero, mas a minha esposa excita-se muito a olhar para elas", ou mesmo retorquir com um "deseja que lhe pague?". Vá, não custa nada e também dá milhões.

tuguinho, cínico encartado

segunda-feira, 14 de março de 2005

O Benfica está a ser levado ao colo

Pois está. A semana passada fomos levados ao colo pelo Belenenses. Esta semana foi pelo Nacional e pelo Penafiel.

blogoberto, chico-esperto

domingo, 13 de março de 2005

E se...

…assim como quem não quer a coisa, de repente o Benfica ganhasse o Campeonato e a Taça?

blogoberto, chico-esperto

Os inimputáveis

Facto 1 – A mãe da criança morta (ou desaparecida) no Algarve, na aldeia de Figueira, apareceu no jornal com a cara cheia de nódoas negras, ao que tudo indica vítima de agressões por parte da força policial nos interrogatórios.
Facto 2 – A semana passada em Lagos um cidadão foi agredido à porta dum bar por 6 ou 7 polícias (que valentes) e depois levado para a esquadra. Às 4 da manhã telefonou à irmã a pedir-lhe que arranjasse um advogado. Uma hora depois a polícia telefonou à irmã a dizer que o irmão estava morto. Versão oficial: enforcou-se na cela com as próprias calças.
Aquilo que me repugna nas forças policiais, que foram criadas para prender os malfeitores e proteger os cidadãos e não para os perseguir, é este sentimento de impunidade que se apodera daquela gente só porque usa uma farda. Já na tropa é a mesma coisa. O indivíduo mais comum, assim que se vê com uma farda em cima e umas divisas nos ombros acha que tudo lhe é permitido e nada lhe pode acontecer.
Em Portugal já são demais os casos em que a brutalidade policial com cidadãos que provocam desordens por esta ou aquela razão acabam com estes “suicidados” nas esquadras. Mais repugnante ainda é esta reacção corporativa que sempre vemos acontecer, em que se pretende esconder o óbvio e desculpar o indesculpável, com justificações esfarrapadas. E ninguém é punido, porque a palavra da autoridade faz lei. Até se chegar ao ponto de um preso ter sido decapitado numa esquadra de Sacavém e a sua cabeça escondida, lembram-se?
É tempo deste país fazer jus ao que se diz ser um estado de direito, e começar a responsabilizar os responsáveis pelos crimes, mesmo que estes sejam os que deviam proteger a população da acção dos criminosos. Para mim não pega aquela treta de que palavra de oficial faz lei. Não há nenhum borra-botas que só por ter uma farda e um distintivo seja mais verdadeiro do que eu, ou mereça mais respeito do que eu mereço. Casos como estes, pelo contrário, só fazem a “autoridade” merecer ainda menos respeito do que aquele que, desconfio, a maioria das pessoas normalmente já lhes tem.
É uma vergonha que casos destes passem impunes, e os autores destes crimes deviam ser processados, julgados em tribunal e severamente punidos, porque a sua responsabilidade ainda é maior que a do cidadão comum. Pelo menos essa regra aprendi na tropa. Deve ter sido a única coisa útil que fiquei a saber no tempo em que lá estive.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

PS: a este respeito escreveu Miguel Sousa Tavares no Público

sábado, 12 de março de 2005

O que pode fazer para melhorar Portugal - 1ª Sugestão

...para eliminar os cães que lhe sujam os passeios e conspurcam os relvados
Para evitar este problema, pode fazer várias coisas:
- Tentar saber a morada do dono e fazer-lhe o mesmo que ele nos faz com o canídeo: cagar-lhe à porta!
- Se o cão for um Grand Danois macho ou coisa similar, aspergir o dono com feromonas de cadela e deixar que seja o bicho a cometer a vingança.
- Se estiver mesmo zangado, faça com que o dono leve o presente, mesmo que não tenha saco.
- Abra a braguilha (se for homem), alce da perna e humedeça o despreocupado dono.
- Apele para o seu sentido de responsabilidade e de civismo (do cão, porque o dono já é um caso perdido).
Vai ver que, se começar a intervir, eles vão desaparecer da sua zona, especialmente a partir do momento em que começar a usar a sua nova caçadeira em algo mais do que dar tiros em árvores...
A bem da nação

Comité Tuga para a Evolução de Portugal

sexta-feira, 11 de março de 2005

O que pode fazer para melhorar Portugal - Prólogo

Nestes tempos de esperança seca, com um novo governo que vem aí e não pode falhar, também as Krónikas Tugas resolveram abalançar-se e contribuir para a melhoria e a recuperação da Tugalândia. Assim, esta nova série terá um carácter eminentemente prático, sugerindo soluções para as tuguices do dia-a-dia que todos nós conhecemos (e sofremos).
Fiquem atentos portanto, e usufruam desta consultoria desenfreada e completamente gratuita que vos ofertamos.
A bem da nação

Nós todos

quarta-feira, 9 de março de 2005

O jogo do empurra

Mais uma barraca à portuguesa. O folhetim das portagens para os monovolumes ameaça ser mais uma daquelas charadas em que ninguém se entende e ninguém é responsável. O governo cessante diz que legislou e atribuiu competências, a Direcção-Geral de Viação diz que não sabe de nada e a Brisa diz que não é nada com eles (claro, estes querem é receber, mesmo quando há quilómetros de engarrafamentos por causa da obras numa via que era suposto ser rápida).
Assim, como de costume, quem se lixa é o utente, que já deveria estar a pagar classe 1 mas que vai continuar a pagar classe 2 “ad infinitum” porque os supostos responsáveis pela correcção duma situação de injustiça estão-se nas tintas e não querem saber de responsabilidades.
É o habitual jogo do empurra: a culpa é de todos, a culpa não é de ninguém. Principalmente quando se trata de dar regalias ao povão e retirar alguns tostões aos tubarões que se enchem à nossa custa.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

O Maratonista - Jornal de Notícias Discretas (V)

Última hora - Retrato de Freitas não é o único em trânsito!
O nosso periódico soube de fonte fidedigna que existe uma situação similar à retirada do retrato de Freitas do Amaral da sede do CDS-PP.
O caso iniciou-se há alguns anos, mas só agora teve o seu epílogo. A OCMLP (m-l) esteve durante mais de 20 anos a juntar fundos para enviar o retrato de Durão Barroso pelo correio para a sede do PSD.
Um elemento do grupo marxista-leninista confessou-nos que não foi só a falta de fundos que atrasou o processo: "a malta também não sabia se ele ia parar no PSD ou se ia continuar a escorregar pá direita extrema!"
Acrescentou ainda em declarações exclusivas: "a malta ficou um bocado de pé atrás quando se falou aí, por causa do boneco do Freitas, qu'era uma atitude estalinista porque nós somos m-l, mas depois pensámos - que se lixe!"
O retrato amarelecido chegou ontem à sede do PSD mas o facto foi mantido em segredo, para que o agora presidente da comissão europeia não fosse designado como amarelo.

Mateus Bichoso, repórter horroroso

terça-feira, 8 de março de 2005

O Código Franciskinci

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Seguindo a directiva franciscana de que os animais são nossos amigos, não devemos ligar muito ao que um certo padre franciscano fez publicar como publicidade em alguns jornais.

blogoberto, chico-esperto (e amigo dos animais)

O padreco da Idade Média

O padre não-sei-quantos, que fez aquele anúncio ridículo acerca da excomunhão dos católicos que usem métodos contraceptivos, é mais um idiota que devia ser recambiado pela máquina do tempo para a idade média, ou talvez para o tempo do homem das cavernas.

blogoberto, chico-esperto

sexta-feira, 4 de março de 2005

Um Filme de Terror tem sempre Continuação...

Vai ser a fita mais aterrorizadora dos últimos tempos: o regresso de PSL à Câmara de Lisboa! Contra um elenco que inclui o actual presidente e os vereadores do próprio partido (que ameaçam abandonar a Câmara), mas inteiramente a coberto da lei, eis que regressa o Senhor Cartaz, também conhecido por Calimero, para o horror mais total. Vão ser sete meses de desvario e de total falta de vergonha na cara! Não perca, numa autarquia perto de si.

tuguinho, cínico fora deste casting

Bilhetes? Onde?

O processo de venda dos bilhetes para o concerto dos U2 foi uma aberração, uma coisa sem ponta de sentido.
Primeiro foi o sucessivo adiar da data de venda, com diversos anúncios para datas que não eram definitivas.
Depois foi a colocação de bilhetes a conta-gotas. Era na Fnac só para aderentes, depois passou a ser para todos, sem possibilidade de reserva nem de aquisição através do site. Entretanto havia também a venda no site Plateia.IOL.
No estádio de Alvalade era só para sócios do Sporting ou detentores de lugar cativo.
Depois foi o anúncio da compra no Multibanco e, afinal, ficou a saber-se que estiveram à venda… 10 bilhetes!!! Perante tamanha aberração, só fico na dúvida se quem teve esta ideia genial estaria bêbado ou drogado.
Perante tamanha expectativa criada, tanto adiamento e com tantas limitações impostas, só podia dar no que deu: filas para as bilheteiras com dois dias de antecedência.
Mas a cereja no topo do bolo ainda estava para vir: a venda dos restantes bilhetes nalguns postos da BP, mas só com um cartão com 1200 pontos. Um tipo daqueles que devem achar que são mais espertos que os outros dizia então que quem não tivesse cartão podia pedi-lo e aderir às promoções deles, para perfazer os fatídicos 1200 pontos. Não sei se estão a ver: como normalmente dão um ponto por litro, fazer 1200 pontos em combustível implicaria encher, digamos, 20 ou 30 depósitos. Ou então, quem sabe, comprar todo o posto de abastecimento. Isto para depois descontar os 1200 pontos no cartão além de pagar o bilhete.
Resultado: os bilhetes foram postos à venda na 3ª feira e já havia quem estivesse acampado nas bombas desde sábado. Com o frio que está, é uma óptima ideia.
Como não tinha tempo para estar horas na bicha nem acampar junto às bilheteiras, porque à hora de abertura tinha que estar a trabalhar, imediatamente desisti da ideia e fiquei a ver o que isto dava. Mas só gostava de uma coisa: é que mais ninguém tivesse ido comprar bilhetes e deixasse os promotores a chuchar no dedo com metade dos bilhetes por vender, porque era isso que eles mereciam. Nunca se viu um sistema de venda tão irracional como este. O facto de a procura ser superior à oferta não implica que se tenha que fragmentar a venda por várias datas e vários locais com limitações absurdas.
Mas perante este folclore podemos, pelo menos, ficar cientes duma coisa: é que os fãs dos U2 que forem ver o concerto serão, com certeza, pessoas que não têm nada para fazer.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

quarta-feira, 2 de março de 2005

Soluções para a seca



Apesar de termos desperdiçado todo o manancial lacrimejante proveniente dos olhos de PSL “y sus muchachos” no pós-eleições, ainda nos restam algumas possibilidades para amenizar a seca que nos atormenta. Vejamos quais são:

1. Enviar o ex-ministro Rui Gomes da Silva numa volta a Portugal, opinando sem parar sobre diferentes assuntos – com a água que certamente vai meter, só nos resta depois espremê-lo para a albufeira de Castelo de Bode.
2. Transferir o que resta do fundo de pensões da CGD para o Alqueva – depois o Bagão Félix, com a sua apregoada competência, certamente tratará de transformar os euros em água.
3. Contratar o Frank Gehry para construir uma grande represa no Parque Mayer – sem água não iria servir para nada, mas isso nunca foi obstáculo para a construção dos mais obtusos mamarrachos.
4. Construir um túnel – há quem tenha muita experiência nisso – que ligue o Tejo nacional ao Ebro – esta solução tem a vantagem de lixar os espanhóis e podemos aproveitar o túnel do Marquês, fazendo um pequeno desvio.
5. Regar as culturas com água do mar – parece que não faz sentido, mas seria óptimo e poupava dinheiro, porque os tomates, os legumes e as batatas já vinham temperados do produtor.
6. Inaugurar a Casa da Música – o pasmo seria tão grande que toda a gente esqueceria a seca.
7. Pôr o Mourinho à frente das Águas de Portugal – ele contrata logo 2 ou 3 riozitos desconhecidos e coloca-os a render mais do que o Tejo e o Douro juntos.
8. Eleger Presidente da República o Alberto João Jardim - se ele já é o manda-chuva na Madeira, esta solução auto-explica-se.
9. Fazer uma greve geral em todos os sectores, a exigir chuva e 13º aguaceiro – encostada à parede, de certeza que ela iria ceder e aparecer.
10. Dar mais fundos àqueles maduros que andaram a deitar iodeto de prata e mais não sei o quê nas nuvens do Alentejo, com o auxílio da FAP – é uma solução inovadora que não tem mais de 50 anos e que dá grandes resultados, como se viu.

E pronto, está o problema resolvido!
Escrevi tanto que fiquei com a boca seca. Alguém tem por aí um copo de água?

tuguinho, cínico desidratado

A lavagem ao cérebro

As declarações de José Couceiro no final do F. C. Porto-Benfica mostram que, em pouco tempo, já apreendeu os métodos da casa e, mesmo sem ainda ter demonstrado nada e só tendo ganho dois jogos, já começou a cagar de alto e a absorver a postura arrogante que é apanágio daquele clube.
É assim, quando chegam ao Porto não resistem às lavagens ao cérebro…

Kroniketas, sempre kontra as tretas

PS: Desta vez a “velha raposa” até acertou na táctica e não se confirmaram as minhas piores expectativas para este jogo.