quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Série Lopes da Silva


Mantendo a tradição dos dois últimos anos, no dia 30, dia do aderente Fnac, vai ser apresentado na Fnac do Colombo o dvd do Gato Fedorento, série Lopes da Silva.
Para quem já tem os dois primeiros dvd’s autografados pelos próprios, obviamente é um momento a não perder.

Kroniketas, de unhas afiadas

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Uma questão de roupa


A cantora Nelly Furtado recusou meio milhão de dólares (!!!) para aparecer na capa da Playboy... vestida!
Eu estou de acordo. Afinal, aparecer na Playboy vestida... para quê???

Valter Rego, observador desassombrado (deste circo que é a vida)

domingo, 26 de novembro de 2006

A nova praga dos estádios

Esta noite fui ver o Benfica-Marítimo (mais uma sessão de suspense no Estádio da Luz...) e felizmente cheguei quase em cima do início do jogo, o que me permitiu livrar-me do massacre duma autêntica melga que inferniza a vida dos espectadores: o chamado “speaker”, que passa intermináveis minutos antes do jogo, e durante o intervalo, a falar para o público tentando pôr as bancadas a gritar “SLB! SLB! SLB!”. A princípio ainda se pode achar alguma piada, mas depois de muitos jogos já não se aguenta.
O sujeitinho é insuportável, dá saltinhos junto ao relvado e gesticula para as bancadas, como se toda a gente estivesse muito interessada naquilo que ele está a fazer. Quando se quer estar a falar com alguém, somos bombardeados pelos altifalantes com aquela melga a berrar-nos aos ouvidos!
Como se não bastasse, há algumas semanas fui ao pavilhão ver um jogo de voleibol, e lá estava o idiota do “speaker” dentro duma cabine de vidro a berrar para o pavilhão. De cada vez que havia uma paragem de jogo, o imbecil recomeçava aos berros e a gesticular lá por detrás do vidro, ao mesmo tempo que punha a tocar aquelas músicas de batuque que eram supostas animarem o ambiente. Às vezes apetecia-me pegar numa cadeira e atirar com ela à cabeça do sujeito!
Gostava de saber quanto é que os clubes gastam com estes anormais que ali estão a fazer coisa nenhuma a não ser chatear os espectadores. Bem podiam poupar esse dinheiro e usá-lo em algo mais útil.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

“Ele” está de volta



Aí está o novo filme do James Bond, o 21º da saga e o primeiro com o 6º protagonista do agente secreto 007, Daniel Craig, depois do escocês Sean Connery, do canastrão australiano George Lazenby (um verdadeiro erro de casting), do inglês Roger Moore, do galês Timothy Dalton e do irlandês Pierce Brosnan.
Um acontecimento para os fãs indefectíveis de “double-o-seven”, como é o caso deste vosso criado. Já marcado na agenda para o fim-de-semana: ver “Casino Royale”.

Kroniketas, bondmaníaco

terça-feira, 21 de novembro de 2006

A ditadura



Pois. Estou limitado a um ghetto…
Os hip-hops, dos originais aos falsificados, a pop da treta que se alimenta de si própria e outros nefandos ritmos mais ou menos teen empurraram-me para um quase limbo. A verdade é que tenho acesso a 3-canais-3 de música popular e me vejo limitado a um espaçozito de meia-hora no VH1 (Flipside) e a alguns acessos de lucidez que por vezes acontecem no Music Non-Stop da MTV.
Eu sei que isto é tudo um negócio, mas mesmo no mais desconsiderado dos negócios pode haver lugar para o bom gosto. Eu sei que o pessoal gosta é da Shakira (não lhes levo a mal, também gosto… mas não estou a falar necessariamente da música), dos D’ZRT e de outros produtos fabricados para lhes agradar (amigo, se ficaste admirado por ver escrito “lhes agradar” em vez do macarrónico e cada vez mais (mal) utilizado “agradar a eles”, podes sair por essa porta à tua esquerda), mas que diabo, pelo menos uma horita de boa música por dia não ia fazer mal a ninguém!

tuguinho, cínico melodioso

domingo, 19 de novembro de 2006

O golo anedótico do ano


Os jogadores do Benfica não gostaram de ver as opiniões do presidente expressas publicamente, e eu, como sócio há 29 anos do Sport Lisboa e Benfica e accionista da SAD, não gostei de ver publicamente o Benfica ser quase humilhado com golos verdadeiramente inconcebíveis em alta competição, ainda mais numa equipa profissional com aspirações ao título e na Liga dos Campeões. Isso foi visto (infelizmente) publicamente, pelo que podem ser censurados publicamente. E não me venham dizer que são assuntos a tratar internamente: o primeiro golo pode entrar para anedota (futebolística) do ano, nunca vi uma coisa assim. O que é que passa pela cabeça daquela gente para deixar o guarda-redes ir marcar um livre cerca de 30 metros fora da baliza, deixando-a desguarnecida? Não havia mais ninguém para marcar o livre? E os outros 10, em que é que estavam a pensar? Ninguém teve um momento de lucidez para perceber que a baliza não podia ficar sem ninguém? São todos idiotas? Deixaram o cérebro em casa? E o treinador, estaria a dormir? O que é que Fernando Santos tem a dizer sobre aquele golo caricato? Ou não terá nada a dizer?
Não me venham com a tanga de que são assuntos para tratar internamente: há 29 anos que ando a pagar quotas e nos últimos 2 anos lugar cativo, pelo que eu, e todos os outros otários que andamos a sustentar estes calões, temos todo o direito de expressar publicamente a nossa indignação. O presidente não fez mais que expressar o sentimento que, certamente, é comum à generalidade dos benfiquistas que gastam dinheiro do seu bolso para pagar os ordenados principescos desta cambada. Por isso não se admirem que alguém lhes chame “chulos”, porque o que estão a fazer com o nosso dinheiro, com exibições como a de ontem, é o adjectivo que merece.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

PS: Os outros dois golos também nasceram de erros primários da defesa do Benfica. No segundo, Miguelito deixou-se ultrapassar em velocidade sem oposição e Ricardo Rocha, em vez de pressionar imediatamente o adversário, deixou-o correr à vontade e rematar ainda mais à vontade. No terceiro (na foto), o mesmo Ricardo Rocha deixou-se bater em antecipação por um defesa adversário que correu ao encontro da bola, enquanto ele saltou mal, fora de tempo e completamente desenquadrado da bola. É para isto que treinam todos os dias?

A num 8



© 2005 LJ Lindhurst

Tive o desprazer, num destes dias, de usar a autoestrada A8 em toda a sua extensão e o pensamento que me dançava na cabeça depois de o fazer era: ainda por cima temos de pagar por isto?!
A A8 é assim uma espécie de “compagnon de route” (espero que apreciem o chiste subtil) da CREL, e como ela está feita em cimento às escadinhas pelas máquinas em fim de vida compradas no estrangeiro por tuta e meia e deitadas para o lixo no fim da obra. Muito ganham os nossos empreiteiros com a conivência dos (ir)responsáveis pelas obras!
O único troço que se safa é o mais recente, junto do seu término em Leiria. Para baixo vem sempre a piorar. E já foi pior! Quando foi construída tinha umas magníficas lombas que garantiam aparatosos despistes e que entretanto foram disfarçadas (as maiores) com tapetes de betão.
Quando um serviço é pago deve exigir-se uma qualidade mínima. Quando o serviço ainda por cima é caro, mais qualidade devia ser exigida. Mas parece que as concessões contratadas pelos nossos governos não obrigam as concessionárias a nada e nós, que precisamos das autoestradas, fazemos como sempre: amochamos e pagamos…

tuguinho, cínico rodoviário

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Distorções da realidade



Dizia-se em tempos mais revolucionários que o futebol era para alienar o povo, para o distrair de coisas mais sérias. É verdade que tanto nessas alturas como há dois milénios, pão e circo sempre serviram para distrair os menos avisados (ou os mais broncos, se quisermos chamar os bois pelos nomes). Mas alguém com dois dedinhos de testa (mais um maravilhoso cliché linguístico neste singelo texto) não se deixa levar por essas coisas. Pode até gostar muito do pontapé na bola, mas isso não o faz esquecer as outras situações da vida, bem mais sérias do que um jogo.
Vem todo este arrazoado a propósito das pessoas que se deixam envolver por determinadas situações e que acabam por distorcer a realidade devido à assumpção desses esquemas, mentais, sociais ou religiosos, como a verdade. Já vimos isso acontecer com diferentes seitas pseudo-religiosas, em que o seguidismo em relação a um líder ou a uma ideia geralmente acaba em suicídio. É também o caso do psicopata que cria um mundo próprio em que de forma nenhuma se vê como o mau da fita. Mas estas são aquelas situações mais pesadas. E quando, devido à pressão do meio ou do próprio, o problema se situa na visão distorcida do próprio corpo? As coisas são mais subtis, não há rituais estranhos nem corpos pelo caminho, mas muitas vezes o resultado é o mesmo: a morte.
Foi hoje noticiado o caso de uma modelo brasileira que faleceu aos 21 anos devido à anorexia. Tinha 1,76m e quarenta e poucos quilos de peso. O que está à volta deste caso, o mundo da moda, pode ter mais atracção e glamour, mas resultou à mesma na morte de uma pessoa que praticamente deixou de comer porque se julgava com excesso de peso, o que, julgava ela, seria fatal para a continuação do exercício da sua profissão. Sendo essencialmente um distúrbio psíquico, neste caso porém foi a pressão do meio profissional que espoletou a situação, e não venham dizer as pessoas do mundo da moda que se está a tentar ligá-la à anorexia – como foi recordado num telejornal quando da recolha de declarações na Moda Lisboa, e que tiveram como pretexto a adopção de uma norma anti-modelos anoréxicos num desfile de moda em Madrid – porque ela já está ligada: basta ver a quantidade de cabides com pernas que se vêem a desfilar pelas passerelles.
Transformou-se elegância em magreza extrema e, com isso, potenciou-se o problema junto das camadas mais jovens, permeáveis a estes maus exemplos que lhes chegam. Legisla-se sobre tanta coisa inútil, tanto cá como por essa UE fora, porque raio não se decreta alguma coisa para acabar com manequins esqueléticos que têm tanto de belo como um desgraçado vítima de uma qualquer fome africana? Eu sei que uma opinião não é mais do que uma opinião e que até posso estar errado, mas eu não consigo ver beleza nenhuma em corpos andróginos, que perderam as formas e, mais tarde ou mais cedo, a saúde também.

tuguinho, cínico roliço

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

Dor de corno


Algumas reacções mais ou menos histéricas à entrada do Benfica para o Guinness que temos visto por aí, na televisão (a começar pelo Dias “cão raivoso” Ferreira), nos sites dos jornais e até neste blog, mostram uma coisa muito simples: uma grandessíssima dor de corno!

blogoberto, chico-esperto

terça-feira, 14 de novembro de 2006

E de repente tudo se acaba...

Há dias vinha a sair do Estádio da Luz depois dum jogo vitorioso contra o Celtic, bem-disposto como era natural naquela situação, quando uma amiga que mora no Algarve me telefonou. Estranhei a ocorrência àquela hora, porque não pensei que fosse para me dar os parabéns pela vitória, embora há cerca de um ano o marido o tenha feito quando o Benfica ganhou ao Manchester United. E de facto não era. Disse-me que era porque precisava de desabafar, porque um amigo dela e do irmão, colega do tempo da Universidade em Coimbra, tinha sido internado na véspera no hospital e tinha-lhe sido diagnosticado um tumor no cérebro, e o diagnóstico era “não operável”.
Ao receber uma notícia daquelas, é como se o mundo nos caísse em cima. Eu não sou propriamente íntimo dele, mas conheço-o há muitos anos e temos estado juntos com os nossos amigos comuns muitas vezes, principalmente nas férias de Verão. Tem 40 e poucos anos, mulher e dois filhos. E agora, que deveria ter outro tanto de vida à sua frente, acontece-lhe isto! Que vida é que vai ter, se é que vai?
As últimas notícias são um pouco mais animadoras, e parece que afinal vai ser operado por um reputado cirurgião de Lisboa.
LUTA, QUIM! LUTA pela vida, pela TUA vida, LUTA para vencer este inimigo cobarde e cruel, que ataca em silêncio e à traição, e contra o qual não nos podemos defender. LUTA pelos teus filhos, pela tua mulher, pela tua família, pelos teus amigos. Por todos aqueles que gostam de ti e te querem bem. Porque não é justo que tudo tenha de acabar assim, sem ao menos te ser dada a hipótese de te defenderes perante a condenação impiedosa que a senhora de capuz e capa negra te quer impor. Não a deixes levar-te já! Tens de enfrentá-la e combatê-la com todas as tuas forças. Vais passar tempos difíceis e dolorosos, mas está muita gente a dar-te força e a torcer por ti. Mesmo de longe, como eu.
Ainda havemos de nos encontrar mais vezes na casa do Zé e beber uns copos à volta do grelhador enquanto esperamos por umas febras. Até um dia destes!

Kroniketas, amargurado

sábado, 11 de novembro de 2006

A compreensão lenta

Os democratas ganharam o Congresso e o Senado nos Estados Unidos, o que levou um eleitor democrata a dizer que os americanos abriram os olhos e mostraram que são capazes de mudar de rumo a meio do caminho (ou algo parecido com isto).
Safa! Demoraram seis anos a perceber o que já toda a gente tinha percebido, excepto alguns patetas cá do burgo, muito senhores do seu nariz e pretensos representantes da “direita moderna” (seja lá isso o que for, se é que isso existe...).

Kroniketas, sempre kontra as tretas

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Agora é oficial

O Benfica entrou no Guinness como maior clube desportivo do mundo em número de sócios. Foi manchete n’A Bola e notícia no Telejornal da RTP. A seguir deram a notícia de que um treinador prolongou até 2008 o contrato com um clube qualquer ranhoso.

blogoberto, chico-esperto

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Descubra as diferenças

Saddam Hussein foi julgado no Iraque e condenado à morte, o que tem provocado reacções de desagrado no Ocidente por parte daqueles que são contra a pena de morte.
Enquanto isso, Israel continua a condenar à morte todos os dias cidadãos inocentes, com a sua política terrorista e de genocídio na Palestina. Mas aí ninguém se incomoda e os Estados Unidos, grandes amigos de Israel, assobiam para o lado.
Ao mesmo tempo, o vice-primeiro-ministro Shimon Perez vem chorar lágrimas de crocodilo e dizer que ninguém lamenta mais do que eles e que certamente não foi de propósito. Dá-me vontade de dizer: Ó Shimon, vai mas é levar no cu!

Kroniketas, sempre kontra as tretas

Ideia original

Esta ideia de taxar os deficientes com uma espécie de “imposto de doença” é daquelas coisas que não lembraria ao diabo. Só a um governo da república portuguesa...

blogoberto, chico-esperto

terça-feira, 7 de novembro de 2006

O pior português de sempre

Paralelamente à iniciativa da RTP para a eleição do melhor português de sempre (falaremos dela um dia destes), o programa “O eixo do mal”, da Sic Notícias, em conjunto com o “Inimigo público”, do jornal Público, avançaram para a eleição do... pior português de sempre.
No blog do programa estão as sugestões que os espectadores vão enviando para lá através de correio electrónico, e as Krónikas Tugas associam-se à iniciativa e deixam aqui uma lista de 3 nomeados:

- Em primeiríssimo lugar, o inefável Salazar, essa figura sinistra que nos assombra até hoje. Quase 30 anos depois de morto, ainda há quem chame por ele e tenha saudades. É o exemplo acabado do português pequenino, mesquinho, tacanho, medíocre, ignorante, e que se sente bem assim. Foi ele que inculcou na mentalidade dos portugueses o triste orgulho do “pobrezinho mas honrado”, que é responsável por meio século de atraso cultural, social, industrial e económico.
- Pinto da Costa, porque representa o malfeitor em cima dum pedestal, com pose de intocável e acima da lei. Uma verdadeira encarnação do "padrinho", com os seus capangas e homens de mão, sempre a disparar sobre inimigos reais ou imaginários, insolente até ao insulto com ares de "fina ironia", capaz de atirar a pedra e esconder a mão e depois fazer um ar angelical e recitar José Régio. O pior retrato do mafioso saído de boas famílias e com ar respeitável, sempre acompanhado da sua guarda pretoriana à boa maneira dos famosos “cappos”.
- Alberto João Jardim, o retrato do burgesso, mal-educado, desbocado, o labrego de fato e gravata que nunca deixou de ser labrego, que não respeita ninguém e insulta todos, o exemplo acabado do portuguezinho rasca.

Venha o diabo e escolha.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

sábado, 4 de novembro de 2006

O que os outros disseram (XXVII)

“O Benfica não tem um plantel tão vasto em qualidade que possa dispensar um jogador com a qualidade do Karyaka”
(Rui Santos, na análise ao Benfica, 3 - Celtic, 0, Sic Notícias, 1-11-2006)

Assino por baixo. E acrescento: nem do Karagounis.

blogoberto, chico-esperto

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Exemplo de desportivismo


Os adeptos do Celtic que vieram a Lisboa ver a sua equipa jogar mostraram como deve (ou deveria) ser a postura de quem vai ao futebol. Um ambiente de festa do princípio ao fim do jogo, que nem o resultado desfavorável e a fraca exibição da equipa fizeram esmorecer.
A poucos minutos do fim, já com o resultado em 3-0, entoaram alto e bom som o hino do clube e no final aplaudiram as duas equipas. Pelo meio ainda desfraldaram várias vezes uma camisola com o nome do malogrado Miki Fehér e os dizeres “Nunca caminharás sozinho”, que correspondem ao hino do clube, “You’ll never walk alone”.
Antes do jogo, ainda fora do estádio, quando se cruzavam com os adeptos do Benfica saudavam-nos e às vezes abraçavam-nos, revelando um “fair play” e um espírito de convívio de realçar. E durante o jogo nunca se ouviu chamar “son of a bitch” ao guarda-redes adversário quando este batia os pontapés de baliza nem se ouviram gritos a imitar macacos quando um jogador negro tocava na bola.
Que diferença para as claques cá do burgo...

Kroniketas, sempre kontra as tretas

PS: Nem sempre a sorte é madrasta e ontem o Benfica teve duma só vez a dose de sorte que lhe faltou nos jogos anteriores com o Celtic e o Porto. Aos 22 minutos já ganhava por 2-0, com dois golos caídos do céu sem ter feito muito por isso. Também não se pode ter sempre azar...