sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Gato Fedorento de novo ao ataque

Depois de alguns meses de ausência quase absoluta, provavelmente devido aos compromissos televisivos e apresentações ao vivo, o blog do Gato Fedorento tem tido uns artigos nos últimos tempos.
Claro que os rapazes agora são conhecidos e dispersam a atenção por outros afazeres, mas vale sempre a pena apreciar os sarcasmos daquela malta.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

terça-feira, 26 de setembro de 2006

Os parceiros da Alexandra


Alexandra Lencastre aparece aí num anúncio de rádio a dizer que tem desconto em mais de 3000 parceiros.
E você, amigo leitor, gostaria de ser um dos parceiros da Alexandra com desconto?

blogoberto, chico-esperto

sábado, 23 de setembro de 2006

Idiota de merda!


Um idiota de nome Léo, jogador de futebol, fez-se expulsar estupidamente por protestos injustificados numa jogada em que cometeu falta. Não contente com os protestos que lhe valeram um cartão amarelo, ainda aplaudiu o árbitro, o que lhe valeu o segundo amarelo e a consequente expulsão. A partir daí a equipa nunca mais se encontrou, ficando a jogar mais de meia-hora com 10 jogadores e acabando por ceder o empate já no período de descontos de forma incompreensível. Deviam tirar-lhe o ordenado deste mês, podia ser que assim aprendesse. Estes senhores deviam perceber que quem lhes paga as fortunas que recebem são os tansos dos adeptos como eu, que assinam a Sportv e adquirem lugares cativos para ver a bola. E que eles defraudam com estes comportamentos.
Depois de 3 expulsões no primeiro jogo do campeonato contra o Boavista (4 expulsões em 3 jogos é capaz de ser “record” mundial), os jogadores do Benfica conseguiram voltar a dar tiros nos pés e derrotar-se a si próprios, esbanjando uma vitória que estava mais do que garantida se tivessem cabeça. Já depois de estar a jogar 10 contra 10, o Benfica podia ter resolvido a questão por várias vezes mas, em situações de contra-ataque em superioridade numérica, os jogadores, em vez de tentarem levar a bola para a baliza ou trocá-la entre si, fizeram passes à toa ou preocuparam-se em dar toquezinhos de calcanhar, como aconteceu com Paulo Jorge, já no fim, em que perdeu a bola e ainda fez falta para cartão amarelo, em vez de dominá-la e passá-la a um companheiro. Como se não bastasse, ainda deixaram um jogador adversário receber a bola completamente à vontade e ter todo o tempo do mundo para cruzar para o golo do empate...
Como diz o tuguinho, se os futebolistas fossem inteligentes não ganhavam a vida com os pés. E o maior problema do Benfica é que não é possível ganhar jogos e campeonatos com um bando de idiotas em campo!
Pelo meio disto, espanta-me como é que uma equipa como o Paços de Ferreira foi ganhar ao Sporting e, sobretudo, espanta-me o discurso do seu treinador. Simplesmente porque o Paços de Ferreira foi completamente inofensivo e não praticou futebol. Mas ele, se calhar, viu outro jogo.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

quinta-feira, 21 de setembro de 2006

Vinhos virtuais no Douro?

A opinião de quem sabe, para ler nas Krónikas Vinícolas.

Kroniketas, enófilo atento

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Toma... e embrulha

Um post já antigo acerca do comentador Rui Santos, com o título “Cuspir no prato em que se come”, mereceu um comentário tardio, hoje mesmo, que pode ser lido no respectivo “link”. Esse comentário (anónimo) merece da nossa parte outro comentário que, por se tornar longo, passou a justificar um post autónomo.
O leitor, identificado como “embrulha”, chama-nos “pseudo-blog” e diz que acerca do assunto não acrescentamos nada de jeito. E duques. Ele também não acrescenta nada ao que foi escrito, limitando-se a dizer mal deste pseudo-blog com um pseudo-comentário, porque de comentário não tem nada. Nem uma palavra acerca do assunto em causa, não se percebendo se concorda, ou se discorda, ou se antes pelo contrário...
Assim como não apresenta um único argumento (unzinho só, como exemplo) para justificar a pseudo-qualificação que faz deste pseudo-blog. É que nós, aqui, neste pseudo-blog, fazemos pseudo-krónikas (ou pseudo-kroniketas) apenas por desporto e porque nos apetece e não somos pagos para isso, e só cá vem quem quer. Quem não gosta é sempre livre de não voltar. E não nos levamos muito a sério e até somos capazes de nos rir de nós próprios.
Quanto ao comentador que motivou o artigo em causa, é pago para aparecer na televisão a debitar opiniões sobre tudo e todos com o ar doutoral de quem sabe mais sobre todos os assuntos do que toda a gente. Quem não percebe a diferença, como é o caso do “embrulha”, só pode ser um pseudo-leitor que confunde a obra-prima do mestre com a prima do mestre-de-obras...
Quanto ao nosso lema, “Blog de bem saber e mal dizer”, conhecem aquela frase que diz que “presunção e água benta, cada um toma a que quer”? Pois é, é outro pormenor que o nosso pseudo-leitor não percebeu: cada um também tem a sua verdade, não é? O que nós escrevemos são as nossas verdades. Nunca, em post nenhum, pretendemos que as nossas verdades fossem absolutas. Dá para perceber?
Volta sempre, pá. De preferência para acrescentar alguma coisa de útil, já que nós não somos capazes.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

Até o Papa?


E agora, o que têm os católicos a dizer desta polémica com os muçulmanos (mais uma vez esta praga...) por causa das declarações do Papa? Será que faria melhor em ter estado calado?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

Pensamento futebolístico da semana

Ver os jogos do Benfica é como ver os filmes do Hitchcock: é suspense até ao fim e nunca se sabe como é que vão acabar...

blogoberto, chico-esperto

domingo, 17 de setembro de 2006

Natascha, a manipuladora


Esta é a manchete da revista Sábado desta semana, já nas bancas. Em subtítulo refere-se que a forma como ela ficou traumatizada por oito anos de cativeiro é querer controlar os pais, os jornais e o dinheiro.
Se isto não fosse nojento dava vontade de rir. Então estes senhores, que vivem da exploração ignóbil e imoral da desgraça alheia, usando de todos os meios para trazer à praça pública qualquer vício privado das figuras conhecidas, imiscuindo-se vergonhosamente na vida íntima das pessoas, fazendo pseudo-reportagens sobre o que fazem nas noites de férias ou comem ao pequeno-almoço, têm agora o desplante de vir chamar manipuladora a uma pessoa que esteve encarcerada oito anos e a quem foi roubada a juventude? Com que direito vêm criticá-la depois daquilo por que ela passou?
Se ela não lhes desse bola lá se iam as reportagens bombásticas para os tansos comprarem e darem largas aos seus instintos voyeuristas. Agora queixam-se de que ela quer controlar o dinheiro e os jornais? Se querem explorar o infeliz destino da rapariga, acho bem que paguem isso bem caro. Se não gostam, calem-se e deixem-na tentar viver a vida que lhe resta em paz, ou com a paz que for possível. Será que gostariam de ter estado no lugar dela, estes hipócritas?
Ainda hoje o meu filho (12 anos) me dava conta da sua surpresa com as notícias acerca da Natascha. Dizia ele que “sabem todos os passos que ela dá”, porque ouviu na televisão que “Natascha foi esquiar”. E perguntava ele: “mas o que é que isso interessa a alguém?”
No final de Agosto vieram mais uma vez trazer novas revelações sobre a Lady Diana. Claro, não podia faltar. Não sabem fazer mais nada e vivem disso. Deviam ter vergonha.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Feiras de vinhos em destaque nas Krónikas Vinícolas

Já começaram as feiras de vinhos nos hipermercados e as Krónikas Vinícolas vão estar em cima do acontecimento, com comparações de preços e sugestões de compra. À atenção dos enófilos nas próximas semanas.

tuguinho e Kroniketas, os diletantes halterocopistas

O Estio



Agora que se aproxima a passos largos o tempo das castanhas e da chuva, é altura de nos começar a roer aquela nostalgiazita do Verão.
Podem falar-me de praias longínquas, irreais, de águas azuis e transparentes, de palmeiras ao vento e assim. Podem descrever-me as mais belas encostas ou os mais serenos e sombreados sítios, mas nada se compara à luz de Lisboa!
Desterrado aqui a 20 quilómetros da velha senhora, a luz pode ser também branca e quente, mas o que faz da luz de Lisboa o que é não é só a luz, são os sítios onde ela pára.
Experimentem deambular pelas partes antigas da capital num domingo pachorrento de Agosto e vão perceber o que eu estou a dizer. Nenhuma imagem mental me traz maior sensação de conforto e paz do que pensar na luz de um dia de Verão pendurada nas paredes dos prédios antigos, a dançar nas vidraças de uma janela que se abre ao longe, entornada sobre as telhas vermelho-velho dos telhados da cidade.
Allain Tanner percebeu-o quando lhe chamou cidade branca e Edward Hoper, sem a conhecer, afirmou que a sua ambição como pintor era conseguir representar a luz vertida sobre uma parede. Acho que o conseguiu. Mas Lisboa fê-lo muito antes.
(A Esfinge fez-nos o favor de postar sobre o mesmo tema aqui)

tuguinho, cínico e alfacinha encartado

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Reivindicação



Hoje foi Dia Mundial da Enxaqueca. Para quando um Dia Mundial da Queca (sem Enxa)?
Sim, pergunto eu, para quando?

blogoberto, chico-esperto

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

5 x 9/11



Não quero saber das razões de quem fez aquilo.
Nem que me digam que os americanos até mereciam, por causa de todo o mal que têm causado.
Estou farto das tentativas de desculpabilização de uns tiranos com as atrocidades de outros: o Hitler não tem menos culpa por o Estaline ter sido outro carniceiro, nem as atrocidades de Pol Pot minimizam as de Mao Tsé Tung.
Por isso, o que quer que os EUA tenham realizado não relativiza o que foi feito naquele dia 11 de Setembro de 2001. Quem despreza a vida daquela forma não é humano, nem sequer um animal. É uma coisa! Uma coisa que deve ser varrida deste mundo.
Não me venham cá com as diferenças culturais e civilizacionais e mais não sei o quê.
Quem dinamita Budas de pedra está a dinamitar a civilização, não a nossa, mas a de todos. E isso não é um choque civilizacional, porque para isso era preciso que existissem duas civilizações, e eu só vejo uma. Do outro lado só vejo barbárie…

tuguinho, cínico encartado (mas hoje de folga)

domingo, 10 de setembro de 2006

Palhaçada tuga


O chamado “caso Mateus” já enjoa. Neste futebol feito de analfabetos, vigaristas, arguidos, corruptos e corruptores, só podia acabar assim. Em Julho, num jantar entre amigos, eu já tinha dito que o novo campeonato havia de começar e a questão não estaria resolvida. Não era difícil adivinhar.
Em todas as instâncias desportivas, o Gil Vicente perdeu. Porque as regras definidas para a competição assim o determinam. Vendo que não tinha hipótese nenhuma, virou-se para os tribunais civis com recursos e providências cautelares, pondo em causa todo o funcionamento do futebol português. Não percebo a indignação de alguns comentadores acerca da despromoção do Gil Vicente, porque se ganhou o direito a participar no campeonato da 1ª Liga no campo, e isso é verdade, também é verdade que o fez com batota, porque inscreveu um jogador que não podia. E a batota começou precisamente por ir fazendo uma série de requerimentos a um tribunal, viciando as regras do jogo que aceitou jogar.
Mas o mais caricato nisto tudo é vermos uma figura patética, no papel de presidente do clube, um tal António Fiúza, cujo discurso é de gargalhada. Primeiro houve aquela cena da vinda a Lisboa para não jogar e anunciar que ia ao Jardim Zoológico. Ainda há dias, durante uma ridícula entrevista na RTP1, durante a qual alguém estava a seu lado a sussurrar-lhe o que havia de dizer e onde interrompia constantemente o entrevistador quando este o interpelava, o meu comparsa de blog me enviou uma mensagem a perguntar “estás a ver o palhaço do Gil?”. O homenzinho é ridículo e faz-me lembrar aquela cena dos Monty Python no filme “O cálice sagrado” em que o cavaleiro negro tem os braços e as pernas decepadas por Sir Lancelot e no fim, quando este abandona o local do combate, ainda fica a vociferar a dizer que lhe dá uma dentada numa perna. Pois o sr. Fiúza, de derrota em derrota, vai dizendo mais alarvidades, ao ponto de acusar um juiz de ter garantido ao presidente do Belenenses que “isto estava no papo”, o que para já lhe valeu o anúncio desse juiz de que o vai processar!
Como se não bastasse, depois de derrotada uma última providência cautelar e colocado sem apelo na 2ª divisão, anuncia que não vai comparecer ao jogo. O que lhe garante desde logo a derrota e a perda de mais 3 pontos pela falta de comparência. Ou seja, vão caminhando alegremente para o abismo. Agora só falta dar o tal passo em frente. Claro que nisto não poderia faltar um advogado oportunista, que está a ajudar o clube a dar o passo em frente e certamente a engordar uma choruda conta bancária, e no fim poderá passar umas ricas férias com os proventos deste processo ruinoso para o clube.
Já toda a gente que liga ao fenómeno futebolístico percebeu que a causa do Gil Vicente está há muito perdida, menos o atrasado do presidente, que continua a bradar que os portugueses querem conhecer a verdade. Eu acho que já conhecemos. A cereja no topo do bolo, que também não poderia faltar, é o ataque habitual aos “gajos do sul”. Mas para esse peditório já demos.
Eduardo Prado Coelho chamou-lhe, na sua crónica do Público, mentecapto, o que deixou António Pedro Vasconcelos muito indignado. Eu acho bem. Não havia nenhuma necessidade de lhe chamar mentecapto. Imbecil chegava.

Kroniketas, sempre kontra as tretas

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Regresso em grande


O regresso de férias ficou marcado, há precisamente uma semana, pela presença no Coliseu dos Recreios num concerto de Roger Hodgson, ex-vocalista/guitarrista/teclista/compositor dos Supertramp e a voz inconfundível de “Breakfast in America”, “Logical song”, “School”, “Dreamer”, “Give a little bit”, entre outros.

Afastado dos Supertramp desde 1983, Roger Hodgson tem capitalizado ao longo da carreira a fama granjeada enquanto esteve no grupo, à semelhança de muitos músicos que construíram a carreira e a fama em grupos de que mais tarde se afastaram – e estou a lembrar-me, na linha dos meus preferidos, de Roger Waters em relação aos Pink Floyd e de Mark Knopfler em relação aos Dire Straits, cujos temas constituem sempre a fatia principal dos respectivos concertos, e em menor escala de Sting e Bryan Ferry em relação aos Police e aos Roxy Music, tanto assim que ambos têm colectâneas mistas, com os seus êxitos a solo e com o grupo.

Depois de estar afastado dos palcos durante 15 anos por causa duma queda em que partiu os dois pulsos, com o prognóstico de que não poderia voltar a tocar qualquer instrumento, neste regresso a Portugal depois do concerto de Cascais em 1979 Roger Hodgson fez-se deslocar bem acompanhado: uma orquestra com 36 elementos além dos habituais músicos de banda, com a curiosidade de haver apenas dois instrumentos eléctricos, o baixo e um piano/sintetizador. Não faltou o inevitável piano de cauda para os clássicos, mas abdicou da guitarra eléctrica, substituída por uma acústica de 12 cordas com um som magnífico.

Passados todos estes anos, a voz de Roger Hodgson continua em grande, clara e cristalina como sempre (infelizmente os Supertramp não arranjaram um vocalista à altura para cantar os seus temas). No registo predominantemente acústico que deu ao concerto a voz acaba sempre por sobressair, pois alguns dos temas até foram cantados apenas com o piano ou a viola de 12 cordas (que quanto a mim teve o expoente máximo em “Even in the quietest moments”). Claro que este era mais um concerto para os saudosistas dos êxitos dos anos 70, agora cantados pelo seu criador, e ele não se fez rogado: ao longo de 2 horas percorreu a esmagadora maioria das canções que interpretava nos 4 álbuns históricos (4 de “Crime of the century”, 3 de “Crisis? What crisis?”, 3 de “Even in the quietest moments” e 4 de “Breakfast in America”), mais algumas dos seus álbuns a solo, de que se destaca o primeiro, “In the eye of the storm” (1984), que proporcionou momentos sublimes ao piano com “Lovers in the wind” e “Only because of you”. Obviamente não faltou nenhuma das canções já citadas, mais o “Take the long way home” a abrir o concerto com a orquestra a dar o mote e o “Fool’s overture” a fechar (que mereceu a explicação de que tinha sido escrito para orquestra), antes da reprise de “Give a little bit” para a despedida.

Para além duma actuação empolgante que terminou com toda a gente no Coliseu a cantar de pé, destaca-se ainda a simpatia e a comunicabilidade do músico, sempre em diálogo com o público e dando algumas explicações (sempre em inglês) acerca das canções que ia cantando, com rasgados elogios pelo meio à orquestra que o acompanhava.

Agora fica o anúncio do lançamento do DVD de um concerto no Canadá. Fico ansiosamente à espera.
Mais pormenores em http://www.rogerhodgson.com

Kroniketas, melómano saudoso

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Assim sim!



Ah! Finalmente este país começa outra vez a entrar nos eixos: o Major Valentim continua à frente da Liga apesar de já ter sido eleito o sucessor, e foi arquivado mais um processo de corrupção contra o Pinto da Costa!
Bem diz o povo: a verdade é como o azeite. E eu acrescento: por ser escorregadia...

blogoberto, chico-esperto

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Fundações, associações, ramificações e outras coisas acabadas em “ões”

Não sou propriamente um insensível. Há muitas causas e propósitos que despertam a minha atenção e que acho válidas e, numa primeira análise, bem intencionadas. Mas confesso aqui perante vós, leitores (o que no nosso caso é mais ou menos como uma espécie de confessionário laico), que começo (isto é um eufemismo) a estar farto de ser interpelado a torto e a direito de cada vez que vou a algum sítio público (como centros comerciais e hipermercados) por representantes das mais diversas iniciativas de auxílio ao próximo e mesmo ao longínquo! Irra! Tal como o Kroniketas com a canção da Shakira, começa a ser demais! Às vezes quase parecem aqueles imbecis das vendas agressivas a tentarem impingir qualquer coisa. Eu gosto de ajudar, mas o que é demais é demais! Será que para qualquer coisa tem de haver um peditório? E que toda e qualquer iniciativa para auxiliar alguém ou realizar alguma coisa tenha de ter uma estrutura permanente por trás, seja fundação, ou associação, ou etc.?
É que tanto pedido acaba por ser contraproducente. Gosto de dar, não gosto de quase ser obrigado a dar. Chateia-me, o que é que querem? E às vezes leva-me a usar o tradicional “já dei”. Enfim, tudo o que é demais cansa.

tuguinho, cínico atordoado

domingo, 3 de setembro de 2006

Até à náusea!


Já não suporto ouvir a toda a hora e em todo o lugar a canção da Shakira em que ela se farta de abanar as ancas. A rapariga até não canta mal e tem algumas canções animadas, mas também não passa muito disso. O que não se aguenta é estar a levar sempre com a mesma, que por acaso até não tem piada nenhuma. Não há posto de rádio onde não se leve com a maldita canção. No canal de televisão MCM, em qualquer dia e a qualquer hora lá aparece o vídeo da canção. De manhã, de tarde e de noite.
Até numa estação de serviço da auto-estrada A2, às 2 da manhã, onde entrei para comprar uma garrafa de água, lá estava a dar a maldita canção das ancas. Como se não bastasse, entra-se numa loja de artigos de casa de banho a meio da tarde, e na instalação sonora o que é que passa? A Shakira e o malfadado “My hips don’t lie”.
Arre! Já não há pachorra! Será que os idiotas dos radialistas não sabem pôr mais nada?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

sábado, 2 de setembro de 2006

Eu hoje acordei assim...


imagem de Doctor Jivago (1965) de David Lean
(ideia roubada descaradamente à snob da Bomba Inteligente)

tuguinho, cínico encalacrado