quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

E que tal uma carga de porrada?

Vara passa à frente de todos em centro de saúde

Ex-ministro socialista apareceu de surpresa, passou à frente de todos os doentes e deu ordens a uma médica para lhe passar um atestado. Se os outros utentes lhe tivessem dado uma carga de porrada logo ali, aí sim, ele ia precisar mesmo de um atestado de urgência.

Isto já não vai lá com manifestações, nem greves, nem e-mails. Vai com uma revolta popular que acabe no linchamento de alguns. Ontem vi imagens de manifestações no Iémen e na Líbia, onde os manifestantes tomaram de assalto bases militares. Do que este país está a precisar é que acabem as manifestações pacíficas e haja um assalto aos centros de poder.

1 milhão de pessoas na Av. da Liberdade em protesto contra uma "geração à rasca"? Não, devia ser um milhão de pessoas em frente da Assembleia da República a tomar de assalto o parlamento. Em 75 o parlamento foi sequestrado com o então 1º ministro Pinheiro de Azevedo lá dentro. Do que esta corja precisa é de ser corrida a pontapé. Já não é só uma questão de mau governo, de ser de esquerda ou de direita: é uma questão de despudor e de falta de vergonha, de completo assalto ao bolso e à dignidade dos portugueses. Esta classe política é corrupta e está podre, e já passou todos os limites do admissível e do tolerável.

É preciso uma revolução a sério que deite abaixo esta estrutura para depois reerguer tudo de novo de forma mais limpa. Em 1640 um tal Miguel de Vasconcelos foi atirado de uma varanda. Na revolução francesa houve umas cabeças cortadas na guilhotina. Enquanto não houver umas cabeças cortadas ou uns quantos atirados da varanda este país não se endireita.

Razão tinha o Otelo Saraiva de Carvalho quando queria armar o povo...

Kroniketas, sempre kontra as tretas