Telemóvel (2) - E que tal um par de estalos?

A caricata cena do telemóvel entre a professora e a aluna, para além de levantar mais uma vez a já velha questão do esvaziamento da autoridade dos professores, fruto dumas mentes iluminadas responsáveis pela instauração do eduques e do facilitismo para os alunos, aos quais caixa de diálogo vez mais é permitido e menos é exigido, levanta outras questões pertinentes como saber que raio de pais são estes que estão a criar filhos selvagens (além de burros e preguiçosos), que se permitem estar a usar o telemóvel na aula e ficam histéricos quando o professor lho retira.
A jovenzinha histérica que só queria o telemóvel de volta merecia era um par de lambadas bem aplicadas na fuça para ver se se acalmava. E como isso certamente acarretaria um processo disciplinar contra a professora (quiçá até a perda do posto de trabalho), a melhor solução, ao contrário do que sugere o tuguinho, teria sido levá-la para a casa de banho e, longe dos olhares alheios, aplicar-lhe dois valentes tabefes nas trombas e enfiar-lhe a porcaria do telemóvel pelas goelas. Ou então atirá-lo contra a parede até ficar feito em migalhas.
Desde que uns amigos me contaram que a mãe duma colega duma das filhas disse que a sua filhota não queria falar com a outra porque ela não usava telemóvel, fiquei esclarecido sobre o bando de idiotas em que muitos pais (eles próprios uns idiotas chapados) estão a transformar os filhos. Perdeu-se todo o senso do ridículo, parece que só interessa ter telemóveis último modelo e vestir roupa de marca. E depois se calhar são estes mesmos imbecis que vêm reclamar do governo.
Com governados assim, que governo se pode esperar?

Kroniketas, sempre kontra as tretas

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